Há alguns anos dei início a este blog para suprir minha necessidade intensa de escrever. Por muito tempo foi meu refúgio de palavras onde pude expressar indignações, reflexões, opiniões, onde também superei dores, diminuí distancias e realizei catarses fora do divã.
Os tempos mudaram e a comunicação evoluiu, o tempo diminuiu e muitas palavras que quis escrever apenas sufoquei no peito. Outras postei no face.
E na última semana algo me inquietou de maneira incomum e quase não me contive. Queria escrever. Encontrei no face um ambiente impessoal, como se sentisse muitos olhos cheios de julgamento me observando. O que é bastante comum, afinal, sabemos que no face há relacionamentos virtuais, semi-presenciais e presenciais, e qualquer linha escrita e mal interpretada transforma-se em indireta (para quem lê).
Então lembrei deste lugar. E pensei no lugar onde estou. Sim, este lugar que chamei de livre me conferiu muitas vezes liberdade de expressão e opinião tão reconfortantes quanto quebrar algo ou gritar bem alto. E o lugar onde estou... Bem, trata-se de um momento muito diferente e cheio de questionamentos, que coincidentemente ou não, fica na casa dos 30.
Livre! Na casa dos 30... Que contraditório, dialético, instigante!
O que posso dizer agora é que mais uma vez o desejo de escrever me consome. Mais do que isso me consome o desejo de escrever sem retoques, reflexões sore esta fase que vivo agora, que poderia talvez chamar de crise, sendo isso ou não, tem aumentado minha criticidade em relação a quase tudo a minha volta.
Deste espaço não espere verdades absolutas ou uma figura pública para amar ou odiar. Não. Não sou como diz a canção. Mentiras sinceras não me interessam. Mas desejo compartilhar o meu desejo atual e a caminhada que começo a traçar rumo ao autoconhecimento. Sim, a vida começa aos 30. Ou quando você determina.
Os tempos mudaram e a comunicação evoluiu, o tempo diminuiu e muitas palavras que quis escrever apenas sufoquei no peito. Outras postei no face.
E na última semana algo me inquietou de maneira incomum e quase não me contive. Queria escrever. Encontrei no face um ambiente impessoal, como se sentisse muitos olhos cheios de julgamento me observando. O que é bastante comum, afinal, sabemos que no face há relacionamentos virtuais, semi-presenciais e presenciais, e qualquer linha escrita e mal interpretada transforma-se em indireta (para quem lê).
Então lembrei deste lugar. E pensei no lugar onde estou. Sim, este lugar que chamei de livre me conferiu muitas vezes liberdade de expressão e opinião tão reconfortantes quanto quebrar algo ou gritar bem alto. E o lugar onde estou... Bem, trata-se de um momento muito diferente e cheio de questionamentos, que coincidentemente ou não, fica na casa dos 30.
Livre! Na casa dos 30... Que contraditório, dialético, instigante!
O que posso dizer agora é que mais uma vez o desejo de escrever me consome. Mais do que isso me consome o desejo de escrever sem retoques, reflexões sore esta fase que vivo agora, que poderia talvez chamar de crise, sendo isso ou não, tem aumentado minha criticidade em relação a quase tudo a minha volta.
Deste espaço não espere verdades absolutas ou uma figura pública para amar ou odiar. Não. Não sou como diz a canção. Mentiras sinceras não me interessam. Mas desejo compartilhar o meu desejo atual e a caminhada que começo a traçar rumo ao autoconhecimento. Sim, a vida começa aos 30. Ou quando você determina.
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